Quem manda em você? Descubra os 3 motivos que limitam suas escolhas!

Quem manda em você? Descubra os 3 motivos que limitam suas escolhas!

Quem manda nas suas escolhas, nas suas coisas, na sua vida? Quem decide sobre como vai ser o seu dia, como você se veste e até sobre o que você pensa de si mesma, das pessoas e do mundo?

Já posso imaginar você respondendo alto ou só em pensamento: “Óbvio que sou eu mesma!”

Em última instância, é isso mesmo: você quem manda. Ninguém mais. Porém, a resposta não é tão simples assim. Aliás, costuma ser bem mais complicada do que isso. Porque o caminho que seu cérebro faz até chegar uma palavra em sua boca ou um comando em seu corpo para que ele entre em ação e tome determinada atitude, pode ser bem longo e conturbado.

Para a maioria das pessoas, algumas questões cruciais são feitas (muitas delas inconscientemente) a fim de nortear suas escolhas e atitudes. E essas questões estão fortemente atreladas com suas crenças limitantes e seus medos. As mais comuns, da pior para a menos pior são:

1- Se eu fizer isso, o que vão falar (ou pensar) de mim?

2- E se minha família (pais, filhos, cônjuges ou outros importantes) não aprovar?

3- Será que eu devo fazer isso?

Não estou dizendo que você não deve levar em conta a opinião de ninguém ao tomar determinadas atitudes. Também não estou dizendo que você deva ignorar qualquer consideração que não seja a sua. Bem como não deve passar a vida fazendo absolutamente tudo o que você quer e que se dane o mundo.

Mas estou dizendo, sim, que você precisa começar a ponderar e a ficar presente para o que está mandando em você. Para o que está impedindo você de ser quem você quer ser. Para quem você está deixando decidir por você sem sequer, muitas vezes, questionar a si mesma e à sua intuição sobre o que é melhor para você.

Sobre o pior motivo, o que mais ridiculamente atrapalha pessoas a fazerem escolhas autênticas, convenhamos! O que tem de gente que deixa de viver, de se divertir, de arriscar e, consequentemente, de ser feliz por medo do que vão falar ou pensar dela, é surreal, inacreditável, lamentável, uma desastrosa catástrofe!!!

Assisti dia desses o delicado filme “Nossas Noites”, com os maravilhosos Robert Redford (como Louis) e Jane Fonda (como Addie). Achei absolutamente incrível, corajosa e admirável a coragem que ela teve de ir até a casa dele, seu vizinho, e sugerir que eles dormissem juntos.

Não vou entrar em detalhes porque o filme é imperdível, mas fiquei me perguntando se eu teria essa mesma coragem, se estivesse no lugar dela e tenho rezado desde então para que sim, para que eu mande na minha vida e no meu destino com a mesma autoridade e auteridade que ela faz no filme.

E, depois, fiquei pensando em quantos milhares de pessoas simplesmente não fariam. Não teriam essa presença de espírito, essa autonomia e dignidade de viver a própria história a despeito do que falariam delas.

Porque é fato! Vão falar. Vão pensar. Alguns vão torcer a favor e outros vão torcer contra! É assim. Com todo mundo e com tudo é assim. E enquanto não entendermos e aceitamos isso, vamos continuar reféns, escravos do inevitável. Amarrados numa posição muito pequena, numa postura muito medíocre e pobre de nós mesmos.

Sobre se a família ou alguém importante vai aprovar ou não, é bom anotar aí: antes de responder por alguém, pergunte, converse, fale de seu receio, dos seus sentimentos e do quanto a opinião dessa pessoa é importante. Mas deixe claro, acima de tudo, que você vai ponderar, refletir e fazer aquilo que considerar melhor, mesmo correndo o risco de errar.

E saiba que quem ama você e quem respeita sua individualidade, vai compreender esse seu direito sagrado de andar pelo seu próprio caminho. Obviamente que não estou considerando aqui atitudes que coloquem sua vida ou a de outra pessoa em risco. Nesse caso, você poderá ser vetada de alguma forma, caso seja possível.

E, por fim, o terceiro motivo que impede milhares de pessoas de experimentar a vida de verdade: a prisão do dever, as regras sociais, morais e até as religiosas. Que me perdoem os moralistas e fanáticos, mas aposto no equilíbrio e na sabedoria que existem em cada um. Aposto no livre arbítrio e no aprendizado que existe em cada engano que cometemos.

Aposto no amadurecimento fundamental que chega com o exercício da escolha, com a chance que cada um se dá de digerir, pensar, sentir e, enfim, fazer aquilo que considerar melhor para si. E essa decisão precisa passar, muitas vezes, pelo desejo e pelo coração. Porque cada caso é um caso e a flexibilidade é a mãe da gentileza, seja consigo mesmo, seja com os outros.

Enfim, minha sugestão é para que você comece, agora mesmo, a mandar em si de um jeito seguro, leve, gostoso. E quando não for possível, ou seja, quando suas escolhas e atitudes desencadearem angústia, dúvida e medo, que você aja ainda assim… e aproveite esses sentimentos para descobrir ainda mais profundamente sobre quem você é e qual é o seu lugar no mundo!

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